O pentest (abreviação de penetration test, ou teste de invasão) é uma simulação controlada de ataque cibernético contra sistemas, redes ou aplicações de uma organização. O objetivo é identificar vulnerabilidades reais antes que atacantes mal-intencionados as explorem.

Diferente de um scan automatizado, o pentest envolve técnicas manuais, criatividade e raciocínio estratégico -- simulando o comportamento de um hacker real, mas com autorização e escopo definidos.

Por que o pentest é importante?

Segundo o relatório da IBM Security de 2025, o custo médio de uma violação de dados no Brasil ultrapassou R$ 6,7 milhões. Muitas dessas violações exploram vulnerabilidades que poderiam ter sido identificadas por um teste de invasão.

O pentest é importante porque:

Os 3 tipos de pentest

Black Box (Caixa Preta)

O testador não tem nenhuma informação prévia sobre o alvo. Simula um atacante externo que não conhece a infraestrutura. É o tipo mais realista do ponto de vista de um invasor, mas pode consumir mais tempo na fase de reconhecimento.

Grey Box (Caixa Cinza)

O testador recebe informações parciais, como credenciais de usuário comum, documentação de APIs ou diagramas de rede. Equilibra realismo e eficiência, sendo o tipo mais contratado por empresas.

White Box (Caixa Branca)

O testador tem acesso total: código-fonte, arquitetura, credenciais administrativas. Permite a análise mais profunda e abrangente, ideal para aplicações críticas onde a cobertura máxima é essencial.

Como funciona um pentest na prática?

Um teste de invasão profissional segue metodologias reconhecidas como NIST SP 800-115, OWASP Testing Guide e OSSTMM. As etapas típicas são:

  1. Planejamento e escopo -- definição de alvos, regras de engajamento e cronograma
  2. Coleta de informações (Recon) -- OSINT, enumeração de subdomínios, fingerprinting de serviços
  3. Análise de vulnerabilidades -- identificação e priorização de falhas potenciais
  4. Exploração -- tentativa real de explorar as vulnerabilidades, com provas de conceito
  5. Pós-exploração -- avaliação de impacto, movimentação lateral, escalação de privilégios
  6. Relatório -- documento com evidências, classificação de risco e recomendações de correção

Quais áreas podem ser testadas?

Com que frequência fazer um pentest?

A recomendação geral é pelo menos uma vez por ano. Porém, testes adicionais são recomendados após:

Pentest com IA: o diferencial do PentestGPT

No PentestGPT, combinamos a experiência de especialistas certificados (OSCP, CEH) com inteligência artificial para acelerar a fase de reconhecimento, correlacionar vulnerabilidades e gerar relatórios mais precisos.

A IA não substitui o pentester -- ela amplifica sua capacidade de análise, reduz falsos positivos e permite cobrir uma superfície de ataque maior no mesmo prazo.

Nossos testes seguem os padrões NIST 800-115, OWASP, OSSTMM e ISSAF/PTF, com relatórios executivos e técnicos, evidências documentadas e plano de mitigação priorizado.

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